Orquidário UEL no IV Congresso Brasileiro de Recursos Genéticos

novembro 25, 2016 Orquidário UEL 0 Comments


Apresentação de trabalhos no IV CBRG



Evento bienal, o qual constitui o principal tema para debate o avanço do conhecimento científico e de novas tecnologias para a conservação e uso dos recursos genéticos (Foto: reprodução)

Com tema central "Recursos genéticos no Brasil: a base para o desenvolvimento sustentável", aconteceu em Curitiba o IV Congresso Brasileiro de Recursos Genéticos (CBRG), entre os dias 8 a 11 de novembro.
Foram apresentados dois trabalhos de alunos da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e do Centro Universitário Filadélfia (Unifil). 
O primeiro trabalho intitulado "Criopreservação de sementes de orquídea Catleya walkeriana", desenvolvidos pelos alunos: Ana Beatryz Prenzier Suzuki; Gianne Caroline Guidoni Stulzer e Douglas Junior Bertoncelli, tendo orientação do professor de agronomia, Ricardo Tadeu de Faria. O objetivo do trabalho foi verificar como soluções crioprotetoras interferem na viabilidade das sementes da orquídea Catleya walkeriana.

Já a "Criopreservação em nitrogênio líquido de pólen de orquídea", desenvolvidos por Ricardo Tadeu de Faria; Douglas Junior Bertoncelli; Guilherme Augusto Cito Alves; Ana Beatryz Prenzier Suzuki, Vanessa Stegani e Gianne Caroline Guidoni Stulzer, teve por objetivo a definição de um protocolo de criopreservação de polén do hibrido da orquídea BLC Haw Yuan Beauty Rainbow.  


Para mais informações de trabalhos ou eventos, acesse o site oficial do congresso aqui.

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Cattleya forbesii

novembro 21, 2016 Orquidário UEL 0 Comments


Lista vermelha - Cattleya forbesii

Orquídea do mês (Foto: Luciana Yoshime)

Para o mês de novembro, seguindo as postagens de orquídeas da Lista Vermelhaescolhemos a Cattleya nativa do estado do Paraná, a Cattleya forbesii. Orquídea de porte médio chegando a 30 cm de altura, sua cor varia do verde ou amarelo palha até o quase rosado, mostrando-se discretas se comparada a outras espécies desse gênero que são muito mais coloridas. É de fácil reconhecimento também pois apresenta detalhes e formas bem singulares e únicas.
A Cattleya forbesii é uma espécie da Mata Atlântica e possui uma distribuição bem ampla entre os estados de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Muito utilizada em hibridações, já foram registradas mais de 1.300 híbridos que já incluem em sua árvore genealógica. Suas flores possuem um aroma que lembra maçã-verde, às vezes imperceptível, nas quais nascem de duas a cinco por haste floral. 
É uma espécie facilmente adaptável nas mais variadas culturas e climas, porém necessita do calor do verão no seu desenvolvimento.

Origem: Brasil
Estados: Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Tamanho da flor: em média 30 cm altura
Época floração: Predomina na primavera e verão, mas pode ocorrer a floração em outros períodos do ano
Floração: Sua flor dura em média de 10 a 12 dias. 



  Foi introduzido ao cultivo por volta de 1820. Foi descrita como Epidendrum pauper, por Vellozo, em 1790, no entanto, só foi publicado em 1825, quando já havia atribuído um novo nome, em 1823,
através de uma publicação feita por Lindley, em Collectanea Botanica (Foto: Mark Hsu)
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Espécie conhecida desde 1790.
Luminosidade: 50 a 60% de luminosidade (máximo 70%)
Recipiente: Pode ser utilizado o vaso de barro, o caixote ripado de madeira, vasos de plástico, palitos de fibra, toco de madeira (tratado). Adapta-se bem em árvores vivas.
Substrato: Flor de cultivo fácil com substrato bem drenado, aceitando vários tipos de substratos de qualidade.
Adubação: Quinzenal, com bom adubo foliar e orgânico a cada dois meses. Deve-se evitar o excesso de água nas regas quando começar a aparecer as hastes florais para que não venham a perder os botões.

Orquídea bifoliada que apresenta pseudobulbos com até 20 cm de comprimento e folhas elípticas de aproximadamente 12 cm de comprimento. (Foto: Perfil da Planta)
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 Essa espécie crescia nas rochas e nas árvores do Rio de Janeiro, incluindo a Lagoa Rodrigues de Freitas, Copacabana e as lagoas de Jacarepaguá. 

Regas: É preciso cuidado ao reduzir a rega durante o inverno para que seus pseudobulbos não corram o risco de enrugarem.
Doenças: Cochonilha, pulgões, tentecoris, além de bactérias e doenças fúngicas que causam antracnose e podridões. Praticamente as mesmas pragas de orquídeas do gênero.
Tipos: São encontradas as formas tipo púrpura ao verde claro, passando pelo amarelo-palha.
Variações: C. forbesi var. venosa, C. forbesii Lindl. var punctata, C. forbesii "Verônica", C. forbesii 'Larissa', C. forbesii albina 'Guaratiba', etc.

Cattleya forbesii com coloração púrpura
Cattleya Forbesii 'Equilab' (Foto: José Pestana)






Fontes: Orquidário 4 Estações
             Wikipedia
             Orquidário Recreio
             Brazilian Orchids

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Plantio de mudas de orquídeas na UTFPR

novembro 08, 2016 Orquidário UEL 0 Comments


Colaboração do Orquidário UEL com a UTFPR Câmpus Londrina

Plantio de mudas foi feita em comemoração pelos 10 anos da UTFPR Câmpus Londrina (Fotos: UTFPR )

Na tarde de segunda (7), a UTFPR Câmpus Londrina organizou mais uma atividade comemorativa pelos seus 10 anos (2007-2017) realizando um plantio de mudas de orquídeas. Cerca de 33 pessoas, dentre alunos e servidores da universidade, participaram da tarefa de amarrar cerca de 50 mudas doadas pelo Orquidário UEL.
Mudas de orquídeas sobre o tronco de árvore
A professora Tatiane Cristina Dal Bosco, integrante da comissão de comemoração dos 10 anos da instituição, entrou em contato com o Orquidário a fim de estabelecer uma parceria para o plantio de mudas de orquídeas

Os alunos de doutorado do curso de agronomia da UEL, Douglas Junior Bertoncelli e Guilherme Augusto Cito Alves, ministraram a palestra “O Cultivo de Orquídeas”, sobre dicas de cultivo e cuidados necessários com a orquídea. 

 Da esquerda para a direitaDouglas Junior Bertoncelli, Guilherme Augusto Cito Alves, e a professora Tatiane Cristina Dal Bosco
 Apresentação do curso sobre cuidados e dicas sobre orquídeas aos alunos da UTFPR - Londrina
Mudas de orquídeas doadas pelo Orquidário UEL

Veja abaixo mais fotos sobre a atividade realizada na UTFPR Câmpus Londrina:



Para saber mais, acesse o link da matéria no site da UTFPR aqui, e para mais fotos, acesse aqui.



Fonte: Assessoria da UTFPR Câmpus Londrina

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Pesquisa do Orquidário UEL avalia a eficácia de fertilizantes agrícolas

novembro 07, 2016 Orquidário UEL 0 Comments


Objetivo da pesquisa analisa a eficiência de fertilizantes que substituem as formulações comerciais



Imagem da revista Ornamental Horticulture exibindo os resultados dos fertilizantes agrícolas aplicados como solução nutritiva em orquídeas Cattleya labiata Lindl

O uso de formulações solúveis, usualmente aplicadas via rega, apresenta vantagens como concentração e frequência, facilmente alteradas conforme as exigências do cultivo de cada orquídea. Entretanto o uso de fórmulas comerciais pode-se apresentar onerosa pelos seus custos de produção (mais elevado), onde o uso de produtos agrícolas como ureia, cloreto de potássio, superfosfato simples, MAP e outros, podendo ser uma alternativa simples, econômica e de fácil aquisição.

Em mais uma pesquisa da linha de nutrição em orquídeas, desenvolvida no Orquidário UEL, com orientação do professor Ricardo Tadeu de Faria, juntamente com os alunos Guilherme Augusto Cito Alves e Rodrigo Thibes Hoshino, puderam concluir que o uso de ureia, superfosfato simples e cloreto de potássio, apresentam potencial para substituir as formulações comerciais no crescimento inicial da orquídea nativa Cattleya labiata.

A pesquisa se encontra publicada na Revista Brasileira de Horticultura Ornamental (OH), leia mais sobre o desenvolvimento do artigo clicando aqui




***Texto com a colaboração do aluno de doutorado do curso de agronomia, Guilherme Augusto Cito Alves, que trabalha com linhas de pesquisas no Orquidário UEL


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