Cattleya forbesii

novembro 21, 2016 Orquidário UEL 0 Comments


Lista vermelha - Cattleya forbesii

Orquídea do mês (Foto: Luciana Yoshime)

Para o mês de novembro, seguindo as postagens de orquídeas da Lista Vermelhaescolhemos a Cattleya nativa do estado do Paraná, a Cattleya forbesii. Orquídea de porte médio chegando a 30 cm de altura, sua cor varia do verde ou amarelo palha até o quase rosado, mostrando-se discretas se comparada a outras espécies desse gênero que são muito mais coloridas. É de fácil reconhecimento também pois apresenta detalhes e formas bem singulares e únicas.
A Cattleya forbesii é uma espécie da Mata Atlântica e possui uma distribuição bem ampla entre os estados de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Muito utilizada em hibridações, já foram registradas mais de 1.300 híbridos que já incluem em sua árvore genealógica. Suas flores possuem um aroma que lembra maçã-verde, às vezes imperceptível, nas quais nascem de duas a cinco por haste floral. 
É uma espécie facilmente adaptável nas mais variadas culturas e climas, porém necessita do calor do verão no seu desenvolvimento.

Origem: Brasil
Estados: Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Tamanho da flor: em média 30 cm altura
Época floração: Predomina na primavera e verão, mas pode ocorrer a floração em outros períodos do ano
Floração: Sua flor dura em média de 10 a 12 dias. 



  Foi introduzido ao cultivo por volta de 1820. Foi descrita como Epidendrum pauper, por Vellozo, em 1790, no entanto, só foi publicado em 1825, quando já havia atribuído um novo nome, em 1823,
através de uma publicação feita por Lindley, em Collectanea Botanica (Foto: Mark Hsu)
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Espécie conhecida desde 1790.
Luminosidade: 50 a 60% de luminosidade (máximo 70%)
Recipiente: Pode ser utilizado o vaso de barro, o caixote ripado de madeira, vasos de plástico, palitos de fibra, toco de madeira (tratado). Adapta-se bem em árvores vivas.
Substrato: Flor de cultivo fácil com substrato bem drenado, aceitando vários tipos de substratos de qualidade.
Adubação: Quinzenal, com bom adubo foliar e orgânico a cada dois meses. Deve-se evitar o excesso de água nas regas quando começar a aparecer as hastes florais para que não venham a perder os botões.

Orquídea bifoliada que apresenta pseudobulbos com até 20 cm de comprimento e folhas elípticas de aproximadamente 12 cm de comprimento. (Foto: Perfil da Planta)
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 Essa espécie crescia nas rochas e nas árvores do Rio de Janeiro, incluindo a Lagoa Rodrigues de Freitas, Copacabana e as lagoas de Jacarepaguá. 

Regas: É preciso cuidado ao reduzir a rega durante o inverno para que seus pseudobulbos não corram o risco de enrugarem.
Doenças: Cochonilha, pulgões, tentecoris, além de bactérias e doenças fúngicas que causam antracnose e podridões. Praticamente as mesmas pragas de orquídeas do gênero.
Tipos: São encontradas as formas tipo púrpura ao verde claro, passando pelo amarelo-palha.
Variações: C. forbesi var. venosa, C. forbesii Lindl. var punctata, C. forbesii "Verônica", C. forbesii 'Larissa', C. forbesii albina 'Guaratiba', etc.

Cattleya forbesii com coloração púrpura
Cattleya Forbesii 'Equilab' (Foto: José Pestana)






Fontes: Orquidário 4 Estações
             Wikipedia
             Orquidário Recreio
             Brazilian Orchids

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