O Orquidário UEL na ExpoLondrina 2022

abril 26, 2022 Orquidário UEL 0 Comments

Depois de dois anos ausente devido à pandemia da Covid-19, a ExpoLondrina voltou a abrir os portões em sua 60ª edição e o Orquidário da Universidade Estadual de Londrina (UEL) esteve presente. O evento, que aconteceu entre os dias 1 e 10 de abril, reuniu diversas atrações para o público, dentre elas a Via Rural, mais conhecida como Fazendinha. E era lá que o Orquidário estava localizado.

O estande ficou aberto durante todos os dias da exposição e contou com uma variedade de plantas ornamentais (orquídeas, bromélias, suculentas, kokedamas e outras), livros de autoria do professor dr. Ricardo Faria, atual coordenador do Orquidário, o método de germinação de orquídeas usado em laboratório (in vitro) na universidade, banner explicativo sobre o crescimento da atuação da floricultura no agronegócio e a famosa cadeira recheada de flores para fotos. No atendimento aos visitantes, alunos de graduação e pós-graduação da universidade, colaboradores e o coordenador do Orquidário estavam a postos durante todo o evento, divididos em dias e períodos específicos. De acordo com Eduarda Farias, estudante do segundo ano de Agronomia, os objetivos eram mostrar a importância, os dados, os valores que esse setor movimenta no agronegócio, e demonstrar o trabalho laboratorial que o Orquidário realiza. “Como a porcentagem de germinação das orquídeas em ambiente natural é muito baixa, a gente faz um trabalho no laboratório para que a gente consiga ter a multiplicação delas”, explicou.

Além do espaço na Fazendinha, o Orquidário ofereceu dois cursos para o público geral, em parceria com o Sebrae. Um deles foi sobre o cultivo das orquídeas, no dia 2 de abril, e o outro, sobre as suculentas, no dia 9 de abril. Ambos foram ministrados pelo professor Ricardo Faria e ocorreram no auditório da Via Rural. Segundo Faria, esses cursos foram os primeiros realizados presencialmente pelo Orquidário UEL depois do auge da pandemia e a interação com os partícipes foi boa: “durante os cursos os participantes demonstraram grande interesse pelos temas abordados e também puderam realizar algumas atividades práticas que enriqueceram o conhecimento”.

                                

O balanço final foi muito positivo, pois tivemos a visitação na unidade de floricultura de vários produtores de plantas ornamentais e também de muitos interessados no cultivo de flores como agronegócio. Os alunos tiveram a oportunidade de mostrar as pesquisas realizadas na UEL de preservação das orquídeas nativas do Brasil utilizando a técnica da propagação in vitro e   as principais espécies ornamentais comercializadas”, concluiu o professor.
Guilherme Eduardo Morais Ferreira






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Pesquisa da UEL sobre rosa do deserto é destaque no Globo Rural

abril 13, 2022 Orquidário UEL 0 Comments

Estudo sobre rosa do deserto envolvendo produtor do norte paranaense e pesquisadores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) é tema de matéria no programa Globo Rural do último domingo (10/4).

Os trabalhos, que têm parte do material genético fornecido pela família Takemura, duram há mais de dez anos e muitos resultados foram obtidos durante esse tempo. Atualmente, os focos do estudo são reduzir o período de desenvolvimento de novas variedades e diminuir o tamanho da planta, possibilitando o cultivo em apartamento. Esses objetivos são os assuntos principais da reportagem, que teve participação do professor Ricardo Faria e da bióloga Talita Rosa, mestranda na UEL, diretamente do orquidário da universidade. 

Essa espécie de suculenta ainda é pouco conhecida no Brasil, mas vem ganhando espaço no ramo da Floricultura como Agronegócio, área voltada para o comércio. Segundo dados do IBRAFLOR (Instituto Brasileiro de Floricultura), ela já é uma das principais flores produzidas para este fim, além da orquídea Phalaenopsis, da rosa, da violeta, da kalanchoe, do crisântemo e outras. 

Acesse o link para assistir à matéria: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/globo-rural/noticia/2022/04/10/estudo-pretende-desenvolver-rosa-do-deserto-menor-que-podera-ser-cultivada-em-apartamento.ghtml

Guilherme Eduardo Morais Ferreira


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