Produção científica sobre o Oncidium baueri

dezembro 17, 2016 Orquidário UEL 2 Comments


Só no Brasil possui 94 espécies nativas do gênero Oncidium (Fotos: Reprodução)

Entre as orquídeas, uns dos gêneros com destaque são os Oncidiuns, que possuem cerca de 94 espécies nativas no Brasil. A espécies mais conhecida é o Oncidium baueri que, segundo o professor da Universidade estadual de Londrina, Doutor Ricardo Tadeu de Faria, possui alto potencial ornamental em projetos paisagísticos, além de ser utilizada como flor de corte por apresentar hastes que chegam a quatro metros de comprimento, com suas delicadas flores amarelas.
Assim como qualquer planta, as orquídeas precisam ser adubadas, para otimizar seu crescimento e diminuir as doenças, além de possibilitar floradas mais vigorosas. Na nutrição é importante disponibilizar todos os elementos que a planta utiliza para o seu crescimento e desenvolvimento, apesar da necessidade ser igual, a quantidade varia, uns são absorvidos em maior quantidade e são denominados macroelementos, e em menor quantidade são chamados de microelementos.

Cápsula contendo sementes de orquídea

Dentre os macro elementos, o nitrogênio (N), é um dos mais importantes. Porém são várias as fontes de adubos que fornecem tal elemento. Uma com menor valor no mercado de fácil aquisição e alta solubilidade é a uréia composta por 45% de N.
Com o objetivo de quantificar a melhor quantidade de ureia, em solução com água, os alunos de pós-gradução do Orquidário UEL, Guilherme Augusto Cito Alves, Rodrigo Thibes Hoshino e Douglas Junior Bertoncelli, orientados pelo professor Ricardo Faria testaram diferentes concentrações de N, fornecido por ureia, no desenvolvimento inicial de mudas de Oncidium baueri.


**Texto com a colaboração do aluno de doutorado do curso de agronomia, Guilherme Augusto Cito Alves, que trabalha com linhas de pesquisas no Orquidário UEL

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Orquidário UEL sedia III SIMBRAORQ em 2018

dezembro 07, 2016 Orquidário UEL 0 Comments




O Departamento de Agronomia (CCA) da Universidade Estadual de Londrina (UEL) irá sediar a terceira edição do Simpósio Brasileiro sobre Cultivo de Orquídeas (SIMBRAORQ) em Março de 2018. 
No evento está previsto palestras, minicursos, apresentação de trabalhos e visitas técnicas.
Já no inicio do ano de 2017, estará disponibilizado o site do III SIMBRAORQ  com todas as informações do evento.
O I SIMBRAORQ foi realizado na Universidade Federal do Ceará (UFC), no Ceará, em 2013 e o II SIMBRAORQ na Universidade Estadual Paulista (UNESP), em Jaboticabal, em 2015.

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Orquidário UEL no IV Congresso Brasileiro de Recursos Genéticos

novembro 25, 2016 Orquidário UEL 0 Comments


Apresentação de trabalhos no IV CBRG



Evento bienal, o qual constitui o principal tema para debate o avanço do conhecimento científico e de novas tecnologias para a conservação e uso dos recursos genéticos (Foto: reprodução)

Com tema central "Recursos genéticos no Brasil: a base para o desenvolvimento sustentável", aconteceu em Curitiba o IV Congresso Brasileiro de Recursos Genéticos (CBRG), entre os dias 8 a 11 de novembro.
Foram apresentados dois trabalhos de alunos da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e do Centro Universitário Filadélfia (Unifil). 
O primeiro trabalho intitulado "Criopreservação de sementes de orquídea Catleya walkeriana", desenvolvidos pelos alunos: Ana Beatryz Prenzier Suzuki; Gianne Caroline Guidoni Stulzer e Douglas Junior Bertoncelli, tendo orientação do professor de agronomia, Ricardo Tadeu de Faria. O objetivo do trabalho foi verificar como soluções crioprotetoras interferem na viabilidade das sementes da orquídea Catleya walkeriana.

Já a "Criopreservação em nitrogênio líquido de pólen de orquídea", desenvolvidos por Ricardo Tadeu de Faria; Douglas Junior Bertoncelli; Guilherme Augusto Cito Alves; Ana Beatryz Prenzier Suzuki, Vanessa Stegani e Gianne Caroline Guidoni Stulzer, teve por objetivo a definição de um protocolo de criopreservação de polén do hibrido da orquídea BLC Haw Yuan Beauty Rainbow.  


Para mais informações de trabalhos ou eventos, acesse o site oficial do congresso aqui.

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Cattleya forbesii

novembro 21, 2016 Orquidário UEL 0 Comments


Lista vermelha - Cattleya forbesii

Orquídea do mês (Foto: Luciana Yoshime)

Para o mês de novembro, seguindo as postagens de orquídeas da Lista Vermelhaescolhemos a Cattleya nativa do estado do Paraná, a Cattleya forbesii. Orquídea de porte médio chegando a 30 cm de altura, sua cor varia do verde ou amarelo palha até o quase rosado, mostrando-se discretas se comparada a outras espécies desse gênero que são muito mais coloridas. É de fácil reconhecimento também pois apresenta detalhes e formas bem singulares e únicas.
A Cattleya forbesii é uma espécie da Mata Atlântica e possui uma distribuição bem ampla entre os estados de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Muito utilizada em hibridações, já foram registradas mais de 1.300 híbridos que já incluem em sua árvore genealógica. Suas flores possuem um aroma que lembra maçã-verde, às vezes imperceptível, nas quais nascem de duas a cinco por haste floral. 
É uma espécie facilmente adaptável nas mais variadas culturas e climas, porém necessita do calor do verão no seu desenvolvimento.

Origem: Brasil
Estados: Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Tamanho da flor: em média 30 cm altura
Época floração: Predomina na primavera e verão, mas pode ocorrer a floração em outros períodos do ano
Floração: Sua flor dura em média de 10 a 12 dias. 



  Foi introduzido ao cultivo por volta de 1820. Foi descrita como Epidendrum pauper, por Vellozo, em 1790, no entanto, só foi publicado em 1825, quando já havia atribuído um novo nome, em 1823,
através de uma publicação feita por Lindley, em Collectanea Botanica (Foto: Mark Hsu)
Orquidário UEL
Espécie conhecida desde 1790.
Luminosidade: 50 a 60% de luminosidade (máximo 70%)
Recipiente: Pode ser utilizado o vaso de barro, o caixote ripado de madeira, vasos de plástico, palitos de fibra, toco de madeira (tratado). Adapta-se bem em árvores vivas.
Substrato: Flor de cultivo fácil com substrato bem drenado, aceitando vários tipos de substratos de qualidade.
Adubação: Quinzenal, com bom adubo foliar e orgânico a cada dois meses. Deve-se evitar o excesso de água nas regas quando começar a aparecer as hastes florais para que não venham a perder os botões.

Orquídea bifoliada que apresenta pseudobulbos com até 20 cm de comprimento e folhas elípticas de aproximadamente 12 cm de comprimento. (Foto: Perfil da Planta)
Orquidário UEL
 Essa espécie crescia nas rochas e nas árvores do Rio de Janeiro, incluindo a Lagoa Rodrigues de Freitas, Copacabana e as lagoas de Jacarepaguá. 

Regas: É preciso cuidado ao reduzir a rega durante o inverno para que seus pseudobulbos não corram o risco de enrugarem.
Doenças: Cochonilha, pulgões, tentecoris, além de bactérias e doenças fúngicas que causam antracnose e podridões. Praticamente as mesmas pragas de orquídeas do gênero.
Tipos: São encontradas as formas tipo púrpura ao verde claro, passando pelo amarelo-palha.
Variações: C. forbesi var. venosa, C. forbesii Lindl. var punctata, C. forbesii "Verônica", C. forbesii 'Larissa', C. forbesii albina 'Guaratiba', etc.

Cattleya forbesii com coloração púrpura
Cattleya Forbesii 'Equilab' (Foto: José Pestana)






Fontes: Orquidário 4 Estações
             Wikipedia
             Orquidário Recreio
             Brazilian Orchids

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Plantio de mudas de orquídeas na UTFPR

novembro 08, 2016 Orquidário UEL 0 Comments


Colaboração do Orquidário UEL com a UTFPR Câmpus Londrina

Plantio de mudas foi feita em comemoração pelos 10 anos da UTFPR Câmpus Londrina (Fotos: UTFPR )

Na tarde de segunda (7), a UTFPR Câmpus Londrina organizou mais uma atividade comemorativa pelos seus 10 anos (2007-2017) realizando um plantio de mudas de orquídeas. Cerca de 33 pessoas, dentre alunos e servidores da universidade, participaram da tarefa de amarrar cerca de 50 mudas doadas pelo Orquidário UEL.
Mudas de orquídeas sobre o tronco de árvore
A professora Tatiane Cristina Dal Bosco, integrante da comissão de comemoração dos 10 anos da instituição, entrou em contato com o Orquidário a fim de estabelecer uma parceria para o plantio de mudas de orquídeas

Os alunos de doutorado do curso de agronomia da UEL, Douglas Junior Bertoncelli e Guilherme Augusto Cito Alves, ministraram a palestra “O Cultivo de Orquídeas”, sobre dicas de cultivo e cuidados necessários com a orquídea. 

 Da esquerda para a direitaDouglas Junior Bertoncelli, Guilherme Augusto Cito Alves, e a professora Tatiane Cristina Dal Bosco
 Apresentação do curso sobre cuidados e dicas sobre orquídeas aos alunos da UTFPR - Londrina
Mudas de orquídeas doadas pelo Orquidário UEL

Veja abaixo mais fotos sobre a atividade realizada na UTFPR Câmpus Londrina:



Para saber mais, acesse o link da matéria no site da UTFPR aqui, e para mais fotos, acesse aqui.



Fonte: Assessoria da UTFPR Câmpus Londrina

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Pesquisa do Orquidário UEL avalia a eficácia de fertilizantes agrícolas

novembro 07, 2016 Orquidário UEL 0 Comments


Objetivo da pesquisa analisa a eficiência de fertilizantes que substituem as formulações comerciais



Imagem da revista Ornamental Horticulture exibindo os resultados dos fertilizantes agrícolas aplicados como solução nutritiva em orquídeas Cattleya labiata Lindl

O uso de formulações solúveis, usualmente aplicadas via rega, apresenta vantagens como concentração e frequência, facilmente alteradas conforme as exigências do cultivo de cada orquídea. Entretanto o uso de fórmulas comerciais pode-se apresentar onerosa pelos seus custos de produção (mais elevado), onde o uso de produtos agrícolas como ureia, cloreto de potássio, superfosfato simples, MAP e outros, podendo ser uma alternativa simples, econômica e de fácil aquisição.

Em mais uma pesquisa da linha de nutrição em orquídeas, desenvolvida no Orquidário UEL, com orientação do professor Ricardo Tadeu de Faria, juntamente com os alunos Guilherme Augusto Cito Alves e Rodrigo Thibes Hoshino, puderam concluir que o uso de ureia, superfosfato simples e cloreto de potássio, apresentam potencial para substituir as formulações comerciais no crescimento inicial da orquídea nativa Cattleya labiata.

A pesquisa se encontra publicada na Revista Brasileira de Horticultura Ornamental (OH), leia mais sobre o desenvolvimento do artigo clicando aqui




***Texto com a colaboração do aluno de doutorado do curso de agronomia, Guilherme Augusto Cito Alves, que trabalha com linhas de pesquisas no Orquidário UEL


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Orquidário UEL desenvolve pesquisas com híbrido de Cattleya.

outubro 30, 2016 Orquidário UEL 0 Comments

Cattleyas híbridas utilizadas na pesquisas (Foto: Arquivo)

O Orquidário UEL está produzindo mais uma pesquisa de nutrição de orquídeas envolvendo plantas do gênero Cattleya, caracterizadas por suas flores grandes e vistosas. 
As pesquisas do Orquidário já rendeu 21 dissertações, 13 teses, 3 monografias de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização, 41 trabalhos de conclusão de curso, 26 trabalhos de iniciação científica, 113 artigos completos publicados em periódicos, 7 livros publicados, 6 capítulos de livros publicados, 50 resumos expandidos publicados em anais de congressos e 132 resumos publicados em anais de congressos.
Além de pesquisas com orquídeas, são realizados projetos e trabalhos com plantas nativas do Paraná e outras espécies de ornamentais.




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10 Curiosidades sobre orquídeas que você não sabia

outubro 22, 2016 Orquidário UEL 6 Comments


Conheça as 10 curiosidades sobre uma das flores mais populares do mundo

Sabe tudo sobre orquídeas? (Foto: Alanis Brito)

Um dos motivos que tornam as orquídeas tão populares é a sua variedade de cores e formas que encantam qualquer pessoa, fazendo-a tão desejada àqueles que almejam pelo menos um pequeno exemplar.
Iremos mostrar abaixo, as principais curiosidades a respeito das orquídeas para que você possa encontrar novos motivos para admirar ainda mais essa espécie:

1- Seu nome é originário do grego e significa "em forma de testículos"

O termo orquídea vem do grego “Órkhis” que significa testículo e “Eidos”, aspecto, forma. Então o termo, na verdade, significa “em forma de testículos”, que, certamente, possui relação aos dois pequenos bulbos que as plantas do gênero "Orchis" exibem.
Orquídea da espécie Cattleya (Foto: Flickr)

2 - As orquídeas só não existem na Antártida

As orquídeas são encontradas em suas mais variadas formas e cores nos cincos continentes (América, Ásia, África, Europa e Oceania) do mundo, menos na Antártida, devido ao seu clima com aproximadamente  - 40 °C.

3 - Orquídeas não são parasitas

Como muitos pensam, orquídeas não são plantas parasitas, ou seja, elas não sugam ou prejudicam as árvores as quais são suas hospedeiras. Elas são plantas epífitas (vivem sobre outras plantas, sem retirar seus nutrientes, mas apenas usando-as como suporte), que se nutrem, em seu meio selvagem, apenas do material em decomposição que cai das árvores e que acumulam em suas raízes.
Exemplo de orquídea epífita, olho-de-boneca (Foto: Flickr)

4 - Elas não tem utilidade a não ser a ornamental

Geralmente as plantas possuem alguma finalidade comercial para as indústrias farmacêuticas ou de cosméticos. As orquídeas, porém, não possuem nenhuma utilidade que não seja ornamental, ou seja, de decoração.
Um dos seus poucos usos, podemos citar o gênero Vanilla, que é feita a produção de baunilha a partir dos seus frutos, que ainda assim, não é feita em larga escala, porque sai mais barato produzir artificialmente.
Planta de onde se extrai a baunilha, da espécie Vanilla insignis (Foto: Rich Hoyer)

5 - O Equador é o país onde se encontra o maior número de espécies de orquídeas

Com tantos colecionadores e orquidófilos a procura de uma espécie rara, alguns chegam a pagar pequenas fortunas qualquer que seja o lugar no mundo. O Equador, por exemplo, é o país onde se encontram o maior número de espécies de orquídeas no mundo, com mais de 3.549 plantas, seguido por Colômbia, com 2.723, Nova Guiné com 2.717 e Brasil, com 2.590.
Teagueia puroana, uma das espécies encontradas no Equador (Foto: Flickr)

6 - A maior orquídea brasileira pode chegar até 6 metros de altura

Epidendrum scalares foi a maior orquídea encontrada no Brasil. Ela se encontra nos estados de Minas Gerais e Bahia, e pode chegar até 6 metros de altura.

7 - Orquídeas negras?

Há várias imagens de orquídeas com a coloração negra na internet, porém essa espécie não passa de mito. A flor que mais se aproxima desse tom são as microorquídeas dos gêneros Pleurothallis e Maxilarias e o Catasetum tenebrosum, que são encontradas no Peru. 
Catasetum tenebrosum (Foto: OrchidTalk)

8 - Elas produzem seu próprio alimento

Orquídeas se classificam como plantas autótrofas, ou seja, possuem a capacidade de produzir o seu próprio alimento. Isso acontece devido ao processo de fotossíntese, que transforma o gás carbônico e água em oxigênio e carboidratos.

9 - Existem orquídeas aquáticas

Elas podem ser  terrestres, arbustivas, litófitas (crescem em pedras), pasmófitas (crescem na areia), saprófitas (crescem na turfa e em áreas com grande material em decomposição) e aquáticas (as mais raras). Existe até uma espécie subterrânea na Austrália. A maior orquídea em comprimento é a Vanilla pompona, com cerca de 20 metros. A única espécie aquática conhecida é a Habenaria repens na Costa Rica.
 Habenaria repens, popularmente conhecida como Orquídea aranha-da-água (Foto: GoOrchids)
Única espécie de orquídea aquática (Foto: GoOrchids)

10 - Orquídea que fede

A espécie Pleurothallis foetens, exala um aroma bem característico se comparada a outras espécies. É encontrada na Mata Atlântica, nativa da região sudeste, em lugares sombreados e úmidos. Ela pode chegar até 30 centímetros de altura.
 Microorquídea, Pleurothallis foetens (Foto: Panoramio)




Fontes: Brazil Plants
             Cultura Mix
             Coisas da terra

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Plantio de mudas de orquídeas no Edifício Gaudi

outubro 12, 2016 Orquidário UEL 0 Comments


O plantio foi realizado no dia 25 de setembro (Fotos: Alanis Brito)

Domingo de manhã, a partir das 9h, moradores do Edifíco Gaudi, localizado na rua João Wyclif, começaram o plantio de mudas de orquídeas nas árvores que envolvem o quarteirão do prédio e nas palmeiras que se encontram num pequeno gramado perto da calçada.
Um dos moradores voluntários amarrando uma muda na árvore 
Isabela Doroso também foi voluntária no plantio das orquídeas

Liderados por Ivany Vaquero, associada pelo Rotary Clube de Londrina, ela começou organizando os preparativos finais para o plantio de mudas de orquídeas do Orquidário UEL em seu condomínio, reunindo alguns moradores, juntamente com a ajuda de alguns associados do club e da instrução do professor de agronomia, Ricardo Tadeu de Faria, para continuar o trabalho que havia feito (não finalizado) no plantio das flores no Londrina Florida - evento que acontece após o Abraço no Lago.

Cada saquinho de muda contém um nome adotado por uma criança ou morador voluntário do prédio, para que assim, crie-se um laço afetivo para que a planta cresça com os devidos cuidados até chegar o momento de esbanjar sua beleza no florescimento. 
Saquinhos de mudas contendo uma plaquinha com nomes dados pelos próprios voluntários
Orquídea sendo colocada dentro de um dos saquinhos
Flor já amarrada em uma das árvores

O acompanhamento do crescimento das orquídeas será contada pelas próprias crianças, em pequenos depoimentos postados aqui no blog. 
Vale lembrar que o prédio já possui uma história com o plantio de orquídeas, possuindo diversas espécies nos mais variados cantos do condomínio (primeiras fotos no slide abaixo).

Veja mais como foi a organização, o plantio e o trabalho feito por cada voluntário nas fotos abaixo:

Plantio no Edifício Gaudi


• Entre em nossa conta no Flickr para mais fotos

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Cattleya purpurata

outubro 05, 2016 Orquidário UEL 0 Comments



Lista vermelha - Cattleya purpurata (Laelia purpurata) 

Outubro Rosa
Considerada flor nacional do Brasil e flor símbolo do estado de Santa Catarina (Foto: Eerika Schulz)

Para orquídea do mês, escolhemos a Cattleya purpurata ou popularmente conhecida como Laelia purpurata.  Orquídea endêmica (espécie que ocorre somente em uma determinada área ou região geográfica) do sul e sudeste do Brasil, é epífeta (se desenvolve sobre outras plantas, utilizando seus ramos como suporte) com caule do tipo pseudobulbo e folhas oblongas que normalmente atinge cerca de 60 centímetros de altura. 
Possui flores grandes de coloração branca e púrpura que são muito apreciadas. Por suas características ornamentais e de fácil cultivo, a espécie é largamente cultivada e comercializada, sendo facilmente encontrada em floriculturas de todo o país. É considerada por muitos orquidófilos e pesquisadores a flor nacional do Brasil por excelência, e flor símbolo do estado de Santa Catarina.

Origem: Brasil
Estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Tamanho da flor: em média 60 cm altura
Época floração: verão
Floração: Sua flor dura em média de 10 a 15 dias. 

Orquídea Laelia purpurata carnea. Adapta-se bem em altitudes serranas e necessita de um inverno definido para chegar à floração. (Foto: ShamballasGarden)
Cattleya purpurata 'anelata' Waterfield'. Sua distribuição é exclusivamente litorânea, da fronteira do Rio de Janeiro com São Paulo até o norte do Rio Grande do Sul, pulando o litoral do Paraná (Foto: Rick Kelley)

Luminosidade: Meia-sombra, protegida do sol forte. Temperatura entre 10 a 35 ºC.
Recipiente: Potes de plástico, cerâmica ou cestas, bem como em troncos ou diretamente fixadas em árvores. Cultivada em ripados com cobertura de sombrite com sombreamento de 40%.
Substrato: Semelhante a outras orquídeas. Seu substrato pode conter mistura de  musgo, casca pinus e carvão. Por ser epífeta (que cresce sobre as árvores), prefere substratos mais arejados, que propicia boa drenagem.
Adubação:  Feita por adubos foliares ou granulados, dissolvidos na água e aplicados antes da floração e após o pendão estar seco, quando a planta entra em estágio vegetativo e de crescimento. Na adubação pré-floração, usa-se a formulação NPK 4-14-8 e depois a 10-10-10. Evite formulações com valores altos de nutrientes, pois pode prejudicar a planta.
Regas: Regulares o ano todo, diminuindo durante o inverno.

laelia purpurata
Foi descrita por Lindley em 1852-1853. Recentemente alguns botânicos brasileiros acrescentaram o nome de Paxton no seu nome científico, como co-autor. (Foto: Flickr)
Laelia purpurata carnea. Era encontrada desde costões rochosos até em áreas pantanosas, onde estão as grandes figueiras. (Foto: Wikipedia)

Doenças: Cochonilha, pulgões, tentecoris, além de bactérias e doenças fúngicas que causam antracnose e podridões.
Tipos: Árdosia, cárnea, canhanduba, roxo-violeta, roxo bispo, semi-alba, suave, russelina, vinicolor, alba, concolor, rubra, sanguínea, anelata, argolão, áurea, mandayana, margiata, multiforme, oculata, reginae, atro, flâmea, striata, venosa, etc
Variações: C. purpurata f. alba(Lindley 1852-3); C. purpurata f. carnea (Lindley 1852-3); C. purpurata f. flammea (Lindley 1852-3); C. purpurata f. oculata (Lindley 1852-3); C. purpurata f. roxo-violeta (Lindley 1852-3); C. purpurata f. rubra (Lindley 1852-3); C. purpurata f. sanguinea; C. purpurata f. striata (Lindley 1852-3); C. purpurata f. vagnota (Lindley 1852-3); C. purpurata f. vinicolor; C. purpurata f. werkhaeuserii
cattleya purpurata - orquidário uel
Apresentam um conjunto de até 5 flores. (Foto: Flickr)

OLHE, TOQUE, SINTA.
 PREVINA-SE

Um toque pode salvar sua vida. Faça já o teste de mamografia! Campanha Outubro Rosa.



Fontes: Eco
             Faz Fácil
             Iracema Fontes
             Perfil da Planta
             Wikipedia

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Londrina Florida no 8º Abraço do Lago

setembro 18, 2016 Orquidário UEL 0 Comments


Plantio de orquídeas nativas no Lago Igapó II

Orquídeas para o plantio no Londrina Florida 2016 (Fotos: Alanis Brito)

Nesse domingo (18), com início às 9h, começou o 8º Abraço no Lago, que faz parte da 16ª Semana Municipal da Paz na cidade de Londrina. O tema da Semana nesse ano é “Justiça Restaurativa e a Construção da Cultura de Paz”. Cerca de três mil pessoas compareceram ao evento para participar do ato simbólico que pede mais paz e soluções para os problemas da cidade. É promovido pelo Conselho Municipal de Cultura da Paz (Compaz) e Ong Pazeando.
Ao final do evento, integrantes do Rotary Clube de Londrina, em parceria com a Universidade Estadual de Londrina (UEL), coordenado pelo professor do Departamento de Agronomia (CCA), Ricardo Faria, fizeram o plantio de várias mudas de orquídeas, doadas pelo Orquidário UEL nas árvores que rodeiam o Lago Igapó II. O plantio tem como objetivo preservar a flora nativa do Paraná e tornar mais agradável e bonito esse espaço de lazer londrinense.
Veja algumas fotos da elaboração dos saquinhos de mudas e plantio das mudas de orquídeas desse domingo:

Preparo das mudas das orquídeas no Lago Igapó II
Colocação da muda dentro do saquinho 
Caixa cheio de mudas das plantas esperando serem preparadas
 Orquídeas floridas doadas pelo Orquidário UEL
Orquídeas já adultas 
 Muda sendo levada para o plantio
 Muda sendo plantada em uma das árvores do Lago Igapó II
 Nota-se que as mudas devem estar bem amarradas
 Loan Sérgio e o professor Ricardo faria no Londrina Florida
Da esquerda para a direita: José de Matos Lourenço, Marlene Aparecida de Lima Lourenço, Miguel Lima de Matos Lourenço e Ricardo Faria 
Mudas de orquídeas nas árvores
Orquídea plantada no Londrina Florida na edição de 2015
Orquídea florida no Abraço no Lago 
Orquídea já florida do ano anterior (2015). Mais uma forma de beleza para apreciar a natureza no Lago Igapó



Fontes: Tarobá Londrina
             Rotary Clube de Londrina
             RPC TV 

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